Só mais cinco minutos...


Nasci em um sábado de carnaval, precisamente no dia 04 de fevereiro de 1978, às 12:15 hs. Não sei ao certo se, ao nascer em uma data festiva, teve alguma ligação com minha personalidade. O que posso com certeza afirmar é que tenho muita energia e uma alegria dentro de mim. Sou ligada na tomada quase que 24 horas do meu dia. Às vezes até me irrito porque acho que sorrio demais e em alguns momentos, algumas pessoas se incomodam um pouco com isso.

Ao mesmo tempo que sou "pilhada" no meu dia-a-dia preciso de, pelo menos, 9 horas e meia de sono para recarregar minhas energias. Aliás, a-d-o-r-o dormir! Ainda não decidi se prefiro dormir ou me divertir (rsrs).

A minha relação com a diversão e com o sono vem desde da minha infância. Minha mãe conta que da mesma forma que não parava quieta, precisava dormir todas as tardes (após o almoço) para voltar a brincar e iniciar meu dever de casa. 

Ontem mesmo, no trabalho, uma colega me disse (em um tom que não achei nada delicada) o por quê de tanta felicidade. Respondi, como uma boa brasileira educada, que é o meu jeito de ser e de levar a vida.
Lembro-me quando adolescente, nas "baladinhas", sempre a mil por hora; conversava com as pessoas, fazia amizade, dançava e de repente me batia um soninho bom. Sem brincadeira nenhuma! Graças a Deus minhas amigas estão aí para confirmar isso: eu ia para um cantinho do lugar onde estava e tirava um cochilo "gostosinho" e depois voltava como se nada tivesse acontecido. Sempre (eu e minhas amigas) éramos as últimas a deixar o local! Old times.

Atualmente, não tenho a menor paciência para ir dançar em danceterias. Prefiro muito mais festinhas informais de amigos ou parentes, onde consigo me sentir muito mais segura e relaxada para me divertir.

Só um detalhe, até hoje, que estou muito mais tranquila, preciso sempre de alguém por perto para me informar que já é hora de ir para casa. Claro que isso acontece quando estou me divertindo. Parece sem sentido algum, alguém lhe dizer que já é o momento de relaxar, mas ainda acontece comigo.

Como não tenho explicação para minha energia, prefiro acreditar que tudo começou quando decidi sair da barriga da minha mãe no carnaval, aliás, resolvi estrear no show da vida! 

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